Artigos

Alguns dos artigos e ensaios feitos por mim, amigos ou alunxs orientandxs por mim já publicados e/ou apresentados em eventos.

Última atualização: novembro de 2017. Atualização completa em breve.

Confira:

  • “Impossível abandoná-lo”: tradição, experiência e consumo no Cosanostra Caffé e Tabacaria, em Belém do Pará (2016)

cosaA luz vermelha neon do letreiro que identifica noturnamente o Cosanostra Caffé e Tabacaria contrasta com seu ambiente interno: um salão que, em um primeiro momento, parece totalmente escuro e difícil de ser percorrido, mas que depois se revela um local aconchegante, ainda que “misterioso”, que em outubro de 2016 completou 30 anos de funcionamento em Belém do Pará.
Partindo destas e outras observações e reflexões, este trabalho discute as práticas de consumo, experiências e posicionamento no bar, pub e restaurante. Propondo a observação de um possível “ambiente criado” (como referencial ou mesmo no imaginário coletivo), discutimos as peculiaridades que tornam não somente o estabelecimento um local singular, mas sim um canal para a produção ou mesmo fortalecimento de afetos e redes pelos seus frequentadores, em geral fiéis à sua marca. Promovendo um diálogo entre Comunicação e Antropologia, observamos ainda o papel da experiência e memória de se estar no “Cosa”, o que o torna um dos locais mais frequentados na capital paraense.
O texto foi feito por Camila Braga, Daniely Cabral e Elen SIlva, então alunas do 6º semestre de Publicidade e Propaganda da Faculdade Paraense de Ensino (Fapen), orientado e co-produzido por mim. O ensaio foi publicado nos anais do XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Intercom Nacional 2016.

Palavras-chave: Consumo; Experiência; Posicionamento; Cosanostra; Amazônia..

→ Acesse o ensaio clicando aqui.

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  • Devorada até o fim: representações da Amazônia segundo a banda Madame Saatan (2016)

madameFeito em parceria publicitária, pesquisadora e produtora audiovisual Victória Costa, este ensaio apresenta uma análise dos videoclipes das canções “Devorados” (2007), “Vela” (2008), “Respira” (2011) e “Até o fim” (2012) da Madame Saatan, banda paraense de rock.
Muitas de suas canções possuem referências à realidade de Belém, sem se deixar cair em clichês midiáticos e turísticos que enfatizam uma fisionomia verde, selvagem e por vezes “encantada”. Isto, no entanto, também está presente em algumas de suas obras audiovisuais, que são discutidas no texto.
Observando que os quatro videoclipes possuem “cenários amazônicos”, mais especificamente de Belém do Pará, e fazendo um diálogo entre Comunicação, Estética e Antropologia, buscamos observar de que modo são feitas representações e mesmo interpretações da cidade nos mesmos, envolvendo seus aspectos mais relacionados à natureza e também mais “urbanos”.
O texto foi publicado nos anais do XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Intercom Nacional 2016.

Palavras-chave: Videoclipes; Amazônia; Belém do Pará; Antropologia; Comunicação.

→ Acesse o ensaio clicando aqui.

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  • Pelo bem, pelo mal: Oswald Canibal e a Amazônia urbana e contemporânea (2016)

Neste breve ensaio analisamos o videoclipe da canção “Oswald Canibal”, do paraense Henry Burnett. Observando suas nuances estéticas e sua relação com a composição, discutimos o quanto a obra aponta para um possível espírito de época contemporâneo de Belém do Pará, na Amazônia. Indo além, discutimos ainda o afastamento da obra da utilização de referências mais “regionalistas” que talvez não apontem para uma perspectiva mais urbana e quiçá, “mais real”, da capital paraense. Uma breve análise do videoclipe já havia sido publicado aqui no site em 2014.
O texto foi feito por mim e pela publicitário, pesquisadora e produtora audiovisual Victória Costa e foi publicado nos anais do XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Intercom Nacional 2016.

Palavras-chave: Videoclipe; Oswald Canibal; Estética; Belém do Pará; Amazônia.

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  • Fotografia e fantasmagoria na Amazônia: uma leitura benjaminiana da contemporaneidade em Belém do Pará (2016)

Este trabalho parte da análise de fotografias de Belém do Pará, Amazônia, levando em conta o conceito de fantasmagoria de Walter Benjamin, além de apresentar outras discussões para pensar as representações imagéticas do espaço urbano. Nos aproximando de categorias de experiência e consumo estético, observamos mais detidamente imagens do Mercado de Carne da Feira do Ver-o-Peso e o modo como são apresentadas em sites e aplicativos, compondo assim uma cadeia multimidiática que permite tais formas de consumo. Assim, observamos não somente a apresentação sobre as alterações estruturais na cidade, mas também modificações na forma de representá-la imageticamente.
O ensaio foi feito por mim e pelo publicitário Paulo Dias e foi publicado nos anais do XV Intercom Norte 2016.

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  • “La madame” Belém do Pará: a semiótica peirceana na representação musical da Amazônia (2016)

Com base na teoria semiótica de Charles Peirce, neste ensaio analiso a canção La Madame (2006), composição conjunta das bandas paraenses La Pupuña e Madame Saatan, que hoje não existem mais. Ao longo do trabalho, busco interpretar e compreender a presença de alguns elementos icônicos, indiciais e simbólicos utilizados ao se fazer referência à Belém do Pará, Amazônia, cenário e objeto da canção. Observando também a possível existência de um indivíduo (eu-lírico) flâneur, busco observar esta atividade de flânerie como ponto de partida para uma “leitura” particular dos signos materiais e as sensações que circundam este sujeito, apontando assim para mais um modo de compreensão e mesmo “interpretação” da cidade de Belém.
O ensaio foi feito por mim e publicado nos anais do XV Intercom Norte 2016.

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  • A Palafita “chique”: consumo, posicionamento e experiência em um bar, restaurante e casa de shows na Amazônia (2016)

Este ensaio discutiu as práticas de consumo, experiências e o posicionamento no bar, restaurante e casa de shows Palafita, localizado no centro histórico de Belém do Pará, na Amazônia. Às margens da Baía do Guajará, o local atrai não somente por suas programações e pela gastronomia, mas pela proximidade à natureza e pelo ambiente considerado “rústico”. Discutindo ainda a “marca Amazônia” ligada ao local, observamos o circuito em que o empreendimento está envolvido e que, embora não haja investimento em marketing e propaganda de modo massivo, o lugar é um dos mais frequentados na capital paraense.
O texto foi feito por Camila Braga, Daniely Cabral e Elen SIlva, então alunas do 5º semestre de Publicidade e Propaganda da Faculdade Paraense de Ensino (Fapen), orientado e co-produzido por mim. O ensaio foi publicado nos anais do XV Intercom Norte 2016.

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  • Cidade, contemporaneidade e (re)criação na internet: a estetização da periferia através da Favelawave (2015)

O ensaio discutiu o processo de estetização de imagens de áreas “periféricas”, notadamente favelas do Rio de Janeiro, publicadas no tumblr Favela wave.
favelaPara fins de análise, tais objetos foram divididos e “agrupados” em categorias ou mesmo eixos de “interpretação”: a favela (ou o espaço); a marginalização e os hábitos e costumes dos indivíduos. Há ainda uma quarta “categoria”, que denominamos “simbiose”, onde os eixos anteriores dialogam, interseccionam.
Partindo do fato de que as imagens são modificadas através da Vaporwave e Glitch art, discutimos o quanto tais apropriações ou mesmo adaptações apontam para, mais que uma modificação estética, mudanças em processos nas comunicações e nas representações urbanas, potencializadas pela internet.
Infelizmente, meses depois da publicação o tumblr foi desativado e a fanpage (antes, Favelawave) foi transformada em BRZL Wave. Nela ainda é possível ter acesso a várias das imagens utilizadas no ensaio.
O texto foi feito por mim e pelo publicitário Paulo Dias e foi publicado nos anais do XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Intercom Nacional 2015.

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  • Ferramentas da Web 2.0 como meio de difusão das geociências: o caso do blog e página Estudando Geofísica (2013)

A produção de conteúdo na internet é cada vez mais baseada na colaboração e compartilhamento de informações por parte de seus usuários. Exemplos disso são vários e neste trabalho estacamos blogs e páginas de redes sociais.
Tais páginas possibilitam o encontro virtual de sujeitos diversos, mas que em geral possuem interesses comuns e que podem ou não produzir e compartilhar vários de tipos de conteúdos, colaborando para a manutenção dos mesmos ou somente recebendo as informações veiculadas nas mesmas.estudando geofisica
É sob esta perspectiva que o blog e a página Estudando Geofísica foram criadas, com o objetivo de apresentar notícias, temas e pesquisas sobre a ciência geofísica, assim como dar suporte acadêmico a graduandos e recém- graduandos.
O trabalho foi apresentado no Thirteenth International Congress of the Brazilian Geophysical Society, realizado de 26 a 29 de agosto de 2013 no Rio de Janeiro.
O paper foi produzido em parceria com Raphael Di Carlo (Universidade Federal do Pará) e Oziel Araújo (Universidade Federal do Pampa).

→ Acesse o paper clicando aqui.

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  • Festa de reggae, som de rock: as relações entre o rock e o circuito de reggae em Belém do Pará (2012)

No ensaio são apresentadas algumas considerações acerca das festas de reggae realizadas aos domingos, em Belém do Pará, que também contam com apresentações de bandas de rock em sua programação. A pesquisa foi realizada de janeiro a maio de 2012 em duas das principais casas de shows da cidade voltadas ao reggae (Bar Mormaço e Porto Solamar), situadas em áreas periféricas de Belém, às margens da Baía do Guajará. Levando em conta que tais festas conjugam lazer e empreendimento econômico simultaneamente (Costa, 2009), busquei observar e compreender o quanto e de que modo a inserção e mesmo interseção entre bandas e público de rock e o circuito reggae da cidade influenciam a formação de redes de relações e trocas de experiências (musicais ou não), econômicas e de sociabilidade. Mais que isso: procurei compreender como os frequentadores destas festas as observam e que significados atribuem às mesmas.
O trabalho foi apresentado na 28ª. Reunião Brasileira de Antropologia, realizada entre os dias 02 e 05 de julho de 2012, em São Paulo.
Na época, era bolsista Capes e cursava o Mestrado em Ciências Sociais, área de concentração Antropologia, pela Universidade Federal do Pará (UFPA). O trabalho foi orientado pelo Prof. Dr. Antonio Maurício Dias da Costa.

Palavras-chave: Reggae, Belém do Pará, Rock.

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  • Media, música e ciberespaço: os novos modos de recepção e consumo de rock em Belém do Pará (2011)

O artigo é uma síntese das discussões realizadas e resultados encontrados durante a pesquisa desenvolvida no Programa de Iniciação Científica da Universidade da Amazônia – Unama/Pará durante o ano de 2010, que originalmente possuía o título “Novos Media, lugares e ciberespaços: O rock paraense e as novas formas de recepção e consumo de música em Belém do Pará”.
No texto, partindo da premissa de que a evolução tecnológica dos media pode corroborar para modificações em outras tecnologias e em processos socioculturais, investigamos de que modo ocorre a recepção e consumo de produtos musicais (ou não) de quatro bandas paraenses: La Pupuña, Madame Saatan, Norman Bates e Suzana Flag. Sem objetivar fazer qualquer tipo de discussão estética das canções destes grupos, buscamos ainda discutir de que modo as novas possibilidades midiáticas presentes na capital paraense, ligadas a uma nova reconfiguração da indústria e comércio fonográficos, alteram a importância das apresentações ao vivo para as bandas observadas e para o público que as “consome” em Belém do Pará.
O artigo foi publicado originalmente na Revista Movendo Idéias (ISSN 1517 – 199X), volume 18, nº 1, de janeiro a junho de 2011.

Palavras-chave: Media; Recepção; Consumo; Indústria fonográfica; Belém do Pará.

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  • Bem mais Francis que qualquer outro: autonomia, poder e desafios no jornalismo cultural na contemporaneidade (2011)

paulofrancis

Paulo Francis em foto de Bob Wolfenson.

Neste ensaio são feitas algumas considerações acerca das dificuldades e desafios no jornalismo cultural brasileiro na contemporaneidade. Estas discussões em geral se espraiam pela proximidade da relação entre jornalismo, mercado, autonomia e os poderes que atualmente parecem ser preponderantes na prática jornalística. Utilizando como referencial (e exemplo) o jornalista Paulo Francis, por seu estilo singular e repertório cultural, são feitas algumas considerações acerca da busca de um fazer ético, responsável e inteligente por parte do jornalista cultural.
O texto foi publicado originalmente na Biblioteca de Ciências On-line (BOCC), de Portugal. Na época, era estudante de graduação do Curso de Comunicação Social – Jornalismo na Universidade da Amazônia, de Belém do Pará.

Palavras-chave: Jornalismo cultural; Contemporaneidade; Mercado; Autonomia; Paulo Francis.

→ Acesse o ensaio clicando aqui.

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  • Telephone e All is full of love, Lady Gaga e Björk: Ícones da contemporaneidade (?) (2010)

Uma é islandesa, já participou de filmes como “Dançando no escuro” (2000), que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz em Cannes, possui vários fãs pelo mundo que a reconhecem por sua “originalidade” e pela “estranheza” que causa quando faz shows ou aparece em público em algum evento. A outra é estadunidense, repete uma fórmula já bastante difundida na cultura pop, mas, talvez pela utilização de “novas mídias” em sua carreira, termina por projetar uma imagem e certo status de “novidade” que a alçou a condição de diva pop (da vez?) no mercado fonográfico mundial. Falamos, respectivamente, de Björk Guðmundsdóttir, ou simplesmente Björk e Stefani Angelina Germanotta, a Lady Gaga. Em comum entre ambas? A produção de videoclipes que podem ser encarados como ícones do período contemporâneo, pelos elementos estéticos neles trabalhados e por suas interrelações com a cultura “pós-moderna”.

A análise da produção audiovisual das intérpretes, em especial dos videoclipes All is full of love (1999), de Björk e Telephone (2010), em parceria de Lady Gaga com a cantora Beyoncé, foi base para o artigo Telephone e All is full of love, Lady Gaga e Björk: Ícones da contemporaneidade (?), originalmente publicado nos anais do XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Intercom Nacional 2010.
Na época, os autores, Enderson Oliveira e Leandro Oliveira eram estudantes de graduação do Curso de Comunicação Social – Jornalismo na Universidade da Amazônia, de Belém do Pará. O trabalho foi orientado pelo Prof. Dr. Relivaldo Pinho de Oliveira.

Palavras-Chave: Björk; Lady Gaga; Contemporaneidade; Videoclipes; Cultura Pop.

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  • Web 2.0, produção e consumo de música na contemporaneidade: uma análise do portal Bel Rock, de Belém do Pará (2010)

No artigo buscou-se analisar as mudanças causadas pelas novas tecnologias da comunicação nos modos de produção e consumo de música na contemporaneidade, principalmente a partir do desenvolvimento da chamada Web 2.0, que proporciona maior interatividade e co-participação na produção e difusão de conteúdo – musical ou não – pela internet. Estas novas relações que emergem na rede em geral apontam para a chamada “arquitetura da participação”.
Para melhor exposição dos argumentos acerca das transformações provocadas por esta fase da web, analisou-se um site que estava inserido nesta nova lógica de consumo musical: o portal Bel Rock, de Belém do Pará, no qual se pôde evidenciar novos modos e produção e recepção de música no período contemporâneo. O site não existe mais.
O trabalho foi originalmente publicado nos anais do 6º Encontro de Música e Mídia – MusiMid, realizado de 15 a 17 de setembro de 2010, na Universidade de São Paulo.
Na época, os autores, Enderson Oliveira e Elias Santos, eram estudantes de graduação do Curso de Comunicação Social – Jornalismo na Universidade da Amazônia, de Belém do Pará. O trabalho foi orientado pelo Prof. Me. Mauro Maia.

Palavras-chave: Música; Web 2.0; Bel Rock.

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  • Em cima dos palcos e com a força da tecnologia: Festival Se Rasgum, música na contemporaneidade e a alternativa independente (2010)

Décadas de 1960 e 1970. Centenas de pessoas participam dos festivais de música promovidos pelas redes de televisão Tupi, Excelsior e Record. Milhares assistem pela TV. Década de 2000. Milhares de pessoas lotam festivais em todo o Brasil, principalmente em cidades que não possuem tanta visibilidade junto à grande mídia.

Festival Se Rasgum 2010

Festival Se Rasgum em 2010. Foto: Divulgação.

A chamada “era dos festivais”, dizem alguns, está “de volta” – ou está nascendo, uma vez que nunca houve registro de tantos festivais no país. No entanto, não se deve confundir estes novos eventos com os das décadas passadas: os festivais da contemporaneidade possuem nuances e particularidades próprias. Mais ainda: possuem até mesmo uma denominação “majoritária”, sendo (re)conhecidos em geral como “festivais de música independente”, além de uma entidade responsável por sua organização (a Abrafin, Associação Brasileira de Festivais Independentes).
Um destes “novos” festivais, maior da região Norte e considerado um dos mais expressivos do país, é o Festival Se Rasgum, realizado desde 2006 em Belém do Pará. Partindo de sua análise, busquei compreender a importância dos festivais para o atual cenário da chamada “música independente” no Brasil, discutindo as características e nuances próprias destes eventos, que corroboram para a (re)organização da indústria fonográfica nacional e o estabelecimento de uma nova “geografia musical” no país. Não foi deixado de lado o atual crescimento e fortalecimento de bandas “independentes”, paralelamente ao desenvolvimento/ criação de novos meios de difusão e recepção musical que, por sua vez, podem provocar novas discussões acerca da performance musical na contemporaneidade.
Essas e outras reflexões serviram de base para o artigo “Em cima dos palcos e com a força da tecnologia: Festival Se Rasgum, música na contemporaneidade e a alternativa independente”, originalmente publicado nos Anais do IX Congresso de Ciências da Comunicação na Região Norte – Intercom Norte 2010. Na época, ainda cursava Comunicação Social – Jornalismo na Universidade da Amazônia, de Belém do Pará. O trabalho foi orientado pelo Prof. Me. Mauro Maia.

Palavras-chave: Festivais; Música independente; Se Rasgum; “Geografia musical”; Contemporaneidade.

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  • Um novo lado da lua: The Charque Side of the Moon, identidades e estética pós-moderna (2009)

The Dark Side of the Moon (1973), do Pink Floyd, é um dos principais álbuns de todos os tempos. Sua capa, suas inovações estéticas, sua possível sincronia com “O Mágico de Oz” contribuem para isto. É um disco conceitual, exemplar no que até hoje é conhecido como rock progressivo e mesmo psicodélico. Com o passar do tempo uma série de versões de Dark Side foram criadas, em vários ritmos e de diversos modos.

Charque Side

Em 2007, mais uma versão foi desenvolvida, onde predominam, além do rock, “sons amazônicos” e ritmos como a “guitarrada”, carimbó, lundú, tecnobrega e surf music, em sua maioria gêneros de Belém do Pará. The Charque Side of the Moon, da banda paraense La Pupuña inova por seu humor e por sua criatividade, ainda que as letras, a ordem das músicas e até mesmo a capa do Dark Side of the Moon sejam mantidas, na medida do possível, quase “as mesmas” na produção paraense (obviamente que com as adaptações necessárias). Aos mais afoitos, que poderiam considerar de cara a produção como um plágio ou paródia do Dark side, esclareço que a produção se constitui, na verdade, em um pastiche.
Essas e outras reflexões serviram de base para o artigo “Um novo lado da lua: The Charque Side of the Moon, identidades e estética pós-moderna”, que originalmente está publicado nos Anais do XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, realizado em Curitiba-PR em 2009. Na época,ainda cursava Comunicação Social – Jornalismo na Universidade da Amazônia, de Belém do Pará. O trabalho foi orientado pelo Prof. Dr. Relivaldo Pinho de Oliveira.

Palavras-Chave: Pós-Modernismo; The Charque Side of the Moon; Hibridismo Cultural; Identidades; Regional.

→ Acesse o artigo clicando aqui.

Quer ouvir o Charque Side? Clique aqui ou aqui.

Conheça outras versões do Dark Side.

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  • O Sujeito e o Sonho na Era da Fragmentação: Clube da Luta e Pós-Modernidade (2008)

Clube da luta

Clube da Luta não é um filme tão novo, é de 1999. Portanto, mais de uma década já se passou. Mesmo assim, o filme que foi inspirado no livro homônimo (Fight Club) de Chuck Palahniuk, dirigido por David Fincher e que ganhou “fama” por apresentar em seu elenco Brad Pitt, Edward Norton e Helena Bonham Carter, ainda pode ser compreendido e mesmo analisado como exemplo de uma possível “estética fílmica pós-moderna”. Mais que isso: a partir dele podemos discutir questões como a atual situação do sujeito contemporâneo, definido por Stuart Hall como fragmentado, não tendo uma identidade fixa, essencial ou permanente.
Estas discussões são a base do artigo O Sujeito e o Sonho na Era da Fragmentação: Clube da Luta e Pós-Modernidade, no qual são estabelecidas relações dialógicas de tal produção com a chamada “era pós-moderna”, sendo produto não somente estético e comercial, mas também das inquietações psicossociais que afetam o indivíduo na contemporaneidade.
O artigo originalmente está publicado nos anais do XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, realizado em Natal-RN em 2008. Na época, os autores, Enderson Oliveira, Fabrício Ferreira e Thamiris Magalhães de Sousa eram estudantes de graduação do Curso de Comunicação Social – Jornalismo na Universidade da Amazônia, de Belém do Pará. O trabalho foi orientado pelo Prof. Dr. Relivaldo Pinho de Oliveira.

Palavras-Chave: Clube da Luta; Pós-Moderno; Fragmentação; Sujeito; Identidade.

→ Acesse o artigo clicando aqui.

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